segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Business Partnering da Controladoria


A cada dia que passa a controladoria vem se tornando um grande braço para a implementação da estratégia. A função do controller ao longo de sua história vem retomando as funções que deixou escapar, controlando dados fidedignos e tempestivos que vão além dos números. Porém suas atribuições não param por ai. O pequeno resumo do texto de Alexandre Arenales e Ana Roux abordam essa mutação de forma descontraída e acessível. Aproveitem!
Bjocas carinhosas.


 

CONTROLLERS

DO ESTEREÓTIPO DE BEAN COUNTER (CATADOR DE FEIJÃO)

PARA O PAPEL DE BUSINESS PARTNER (PARCEIRO DE NEGÓCIOS)

Alexandre Daniel Roca Arenales; Ana Roux V. C. Cesar



         
          Na metade do século 19, foi criado formalmente o primeiro cargo de Controller numa indústria, tendo como objetivo o de basicamente controlar as novas subsidiárias da GE (General Electric) que estavam sendo abertas ao redor dos Estados Unidos.
     De lá para cá, a globalização e o desenvolvimento econômico impulsionaram importantes transformações no contexto organizacional, o desenvolvimento tecnológico, a elevação da velocidade de transmissão de dados, o crescimento da produção e processamento de informações, fizeram com que as empresas se revolucionassem de modo a continuar competitivas no mercado.
Nesse novo contexto organizacional o papel da função do controller uma vez visto como basicamente de reporting, controle e registro de informações, tem passado para uma conotação muito mais voltada para o de parceria de negócio (Business Partnering) ou como de agente de mudança, tendo um papel muito mais ativo no processo de tomada de decisões dentro das organizações.
Os antigos estereótipos para designar a função de controller de bean counter, scorekeeping, book keeper, number crunching e watchdog, dão lugar a novos termos muito mais voltados para o negócio e operação da empresa, como por exemplo, Business Oriented, Business Partner, Change Agent, Internal Consultant e Co-pilot.
Para possibilitar esse novo papel, muitos processos e atividades tem sido reorganizado, como por exemplo, por meio da consolidação de processos transacionais em Centros de Serviços Compartilhados internos ou terceirizados e por meio da otimização dos sistemas e ferramentas de informação gerencial.
Além disso, tem se notado uma considerável alteração no perfil dos controllers, raciocínio lógico e facilidade no manuseio de números continuam importantes, no entanto, habilidades de comunicação e negociação, atitude comercial e capacidade de desafiar o status quo se tornam cada vez mais importantes para esses profissionais.




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